Wi-Fi Mesh: veja roteadores que prometem levar Internet para casa toda

O consumidor que tem dificuldades para acessar à Internet em determinadas áreas de sua casa ou notou que existem pontos cegos sem sinal pode utilizar um roteador com Wi-Fi Mesh para solucionar esse problema. A tecnologia promete amplificar a rede Wi-Fi através de nós (pontos) que ficam espalhados pelo ambiente, distribuindo o sinal de forma uniforme e sem perder qualidade. As principais empresas do ramo já possuem seus kits de Wi-Fi Mesh, mas vale destacar que, no Brasil, a tecnologia ainda é novidade e existem poucos aparelhos à venda no país. Se você pretende comprar um roteador compatível com redes Mesh, veja a seguir cinco modelos que prometem levar internet para todos os cômodos de sua casa.     1. Google Wifi   Google Wifi tem tecnologia Network Assist (Foto: Reprodução/Aline Batista) O Google Wifi é indicado para os usuários que querem economizar dinheiro e não abrem mão de um produto de qualidade. Ele tem um design circular e minimalista, com luzes que indicam quando o aparelho está ou não em operação. Cada nó possui uma área máxima de cobertura de 140 m² e duas portas Ethernet (os cabos tradicionais de Internet) para você conectar qualquer dispositivo compatível. O pacote com apenas uma unidade pode ser encontrado por US$ 118 (aproximadamente R$ 385 na cotação atual e sem impostos), enquanto o com três – voltado para quem possui uma casa grande – custa em média US$ 284 (R$ 930). O Google Wifi ainda conta com a tecnologia Network Assist, capaz de detectar e conectar o seu smartphone, tablet e notebook no melhor canal de Wi-Fi.   2. Eero   Eero é o primeiro roteador com Wi-Fi Mesh (Foto: Divulgação/Eero) O Eero, por sua vez, é o pioneiro no ramo de roteadores compatíveis com redes Mesh. Ele custa em média US$ 320 (R$ 1.050), traz três nós e é uma opção interessante para quem possui uma casa gigante, já que os pontos se comunicam entre si e não precisam enviar informações para a base. Um ponto positivo é que o Eero não possui limites de nós conectados à rede, ou seja, se o kit com três não for o suficiente é possível adquirir outras peças e adicionar ao sistema. O dispositivo também se destaca por oferecer redes para visitantes e perfis individuais, permitindo que os membros da sua família controlem o uso da Internet. Além disso, o Eero é compatível com a assistente virtual Alexa, da Amazon, e trabalha com duas bandas, 2,4 GHz e 5 GHz.   3. Asus Lyra   Asus Lyra custa cerca de R$ 1.150 em conversão direta (Foto: Divulgação/Asus)   Assim como os modelos acima, o Asus Lyra não é vendido oficialmente no país e só pode ser adquirido via importação. O aparelho custa US$ 349 (R$ 1.150) e está disponível somente em um pacote com três unidades. Os nós conseguem cobrir uma área de até 550 m² e contam com três bandas separadas, cada uma entregando velocidades de até 2.134 Mbps. Para facilitar a vida do usuário, o reoteador também traz um aplicativo que permite configurar e alterar facilmente o nome e senha da rede Wi-Fi.   4. TP-Link Deco M5   Deco M5 chegou ao Brasil em setembro de 2017 (Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo) O Deco M5, da TP-Link, é o único roteador compatível com redes Mesh à venda oficialmente no Brasil. Ele custa em média R$ 1.500 no comércio eletrônico e traz na caixa três nós capazes de cobrir até 400 m². O aparelho oferece duas bandas de rede com velocidades que podem variar de 400 Mbps (2,4 GHz) e 867 Mbps (5 GHz). No review do Deco M5, o roteador foi elogiado por ser fácil de instalar e configurar, necessitando apenas que o usuário baixe o aplicativo no seu smartphone e siga o passo a passo que é exibido na tela. As demais especificações incluem Bluetooth 4.2, processador de quatro núcleos e tecnologia MU-Mimo.

Três formas de demonstrar valor em TI

O verdadeiro desafio não é medir o desempenho dos processos operacionais. É demonstrar o impacto e a efetividade das estratégias de TI para o negócio Há uma máxima em gestão que diz: o que não pode ser medido, não é realmente gerenciado. Esta afirmação é especialmente verdadeira em TI. Nesta área, hoje, há certa facilidade para obtenção de uma grande variedade de indicadores e métricas com pouco esforço. Diante da grande variedade de ferramentas gerenciais, cobrindo os mais diversos processos, o gestor pode facilmente medir o desempenho de sua área a partir de diferentes prismas. Mesmo em pequenas operações de TI, não é difícil encontrar indicadores básicos sobre disponibilidade dos serviços, incidentes e cumprimento de prazos, à vista de todos. Entretanto, o verdadeiro desafio não é medir o desempenho dos processos operacionais. Creio que para a maior parte dos gestores, esta já não é mais uma real dificuldade. O grande desafio atual é demonstrar o impacto e a efetividade das estratégias de TI para o negócio. Isso se deve à uma questão cultural. A área, historicamente, desempenhou um papel secundário nos resultados das companhias, entregando ganhos marginais, tais como: eficiência, compliance e redução de custos (decorrente da automação de processos e implantação de plataforma ERP). Dificilmente a TI jogava entre os titulares quando o assunto era resultado estratégico. Por esse motivo, raramente a área tem sido medida por ganhos em receitas e rentabilidade. O que ainda vemos com frequência é a TI sendo medida em função da performance dos seus processos (meio) em vez de seus impactos (fim). Mas este cenário está mudando. Com o desafio da Transformação Digital, a TI passa a assumir um papel de proeminência nos resultados da organização, muito além dos ganhos marginais que estava acostumada a proporcionar. Por esse motivo, a escolha dos indicadores (e, consequentemente, seu desdobramento operacional) é uma decisão crítica para o CIO, que tem de demonstrar valor para o negócio com a implementação de estratégias digitais. A TI deixa, pois, de ser um centro de custos para se tornar um centro de resultados, corresponsável por P&L. Feito este preâmbulo, relacionei abaixo três formas de medir os resultados da TI, as quais, embora não substituam as métricas operacionais tradicionais de uma organização, buscam demonstrar de forma mais direta a efetividade das estratégias da área de tecnologia da informação para uma empresa. 1. Impacto em P&L com Transformação Digital O objetivo é medir a capacidade da TI de alavancar, escalar receitas ou ainda de proporcionar vantagens competitivas relevantes em custos. Cada vez mais, indicadores como Margem de Contribuição e Receitas farão parte do dia a dia do setor. Contribuem com esta métrica: Receitas provenientes de comércio eletrônico (B2B e B2C); Ganhos tributários com processos de inteligência fiscal eletrônica; Retenção de clientes com o uso de Analytics e aprimoramento da experiência do cliente, entre outras possibilidades. 2. Ganhos de escala provenientes de inovação tecnológica Um dos grandes potenciais da Transformação Digital está em proporcionar vias para que a empresa atinja uma escala global de negócios. Identificar e quantificar mercados alcançados através de novos ecossistemas é uma importante métrica estratégica de TI. Além disso, a TI será capaz de aprofundar o conhecimento que as empresas têm sobre seus clientes e hábitos de consumo, permitindo a elaboração de estratégias de microssegmentação que, em última instância, serão medidos em termos de receitas e margens. 3. Percentual do Orçamento de TI investido em Transformação Digital O objetivo desta métrica é identificar o quanto do esforço de entrega da TI está sendo direcionado para estratégias digitais. É imperativo que as empresas posicionem progressivamente o foco da área na criação de valor, reduzindo a importância relativa de custos meramente operacionais. Na verdade, com a adoção em larga escala de Cloud Computing e PAAS, custos operacionais devem reduzir-se progressivamente. Conclusão Sua área de TI tem sido questionada pelo CEO quanto à efetiva contribuição para o negócio? Em caso negativo, isso pode significar que a transformação digital ainda não está entre as prioridades de sua empresa. Com a decisão de apostar na TI como acelerador do negócio, será natural que a área seja cobrada por estes resultados, e consequentemente, pela implementação dos processos necessários à sua efetivação. Mas antes que isso aconteça, que tal começar a demonstrar valor, medindo a eficácia dos projetos da TI  agora mesmo?

Empresa vai lançar cartão que permite gastar Bitcoin como dinheiro normal

  Por mais que Bitcoin tenha se mostrado um investimento muito rentável nos últimos anos, a moeda virtual ainda é aceita em relativamente poucos lugares. Com isso em mente, a empresa britânica London Block Exchange (LBX) vai lançar o Dragoncard, um cartão que converte instantaneamente os Bitcoins dos clientes em dinheiro “real”, permitindo que eles paguem suas compras com a moeda. O Dragoncard, de acordo com a empresa, é um cartão da bandeira Visa que funcionará de maneira sincronizada com um aplicativo de celular. Por meio do app, os usuários podem atrelar suas carteiras de Bitcoin ao cartão. Com isso, será possível realizara pagamentos usando a moeda virtual em qualquer estabelecimento que aceite cartões Visa.  Veja também:Operadora de cartões MasterCard pode adotar tecnologia por trás da bitcoinRival da bitcoin duplica o preço em quatro dias, enquanto valor da bitcoin caiBitcoin é uma bolha ou a moeda do futuro?Bitcoin é fraude? Entenda por que bancos querem distância das criptomoedas Quando um cliente fizer isso, a LBX paga o lojista imediatamente em dinheiro. Em seguida, retira da carteira virtual do cliente o valor em Bitcoins equivalente à sua compra, cobrando uma taxa de 0,5%. Além de permitir que a Bitcoin seja usada como forma de pagamento em mais lugares, esse método também resolve outro dos problemas das transações com a moeda virtual: o da agilidade. Segundo o Telegraph, as transações em Bitcoin normalmente levam alguns minutos para serem completadas, o que as tornaria pouco viável para o pagamento de compras em pontos de venda físicos. Mas como a LBX faz o acerto em dinheiro com o lojista e depois realiza uma transação em Bitcoin com os seus clientes, esse problema deixa de existir. Disponibilidade Além de Bitcoin, os clientes da LBX também poderão realizar essas mesmas transações pagando em outras moedas virtuais, como Ripple, Monero, Ethereum e Litecoin. Em todos os casos, é necessário antes usar o aplicativo para atrelar uma carteira virtual ao cartão. As transações têm as mesmas medidas de segurança todo o sistema bancário britânico, e o sistema já obteve aprovação provisória da autoridade reguladora financeira local. De acordo com o Engadget, o Dragoncard será lançado ao longo das próximas semanas no Reino Unido. É necessário pagar uma taxa de 20 libras (R$ ) para obter o cartão, e a empresa também cobra taxas para saques em caixas eletrônicos. Por tratar-se de uma empresa de lá, é pouco provável que esse cartão seja disponibilizado em outros países. No entanto, é possível que a Visa trave parcerias com outras empresas em outros países para oferecer soluções semelhantes.

Aviso de Segurança aos Clientes – Novo Ransoware

Prezado Cliente, Um novo ataque de ransomware chamado de “Bad Rabbit” está varrendo a Rússia e a Ucrânia, entre outros países do Leste Europeu, de acordo com várias notícias locais. Ainda é cedo demais para dizer o alcance do ataque ou todos que foram atingidos até agora, mas uma série de relatos de ataques à infraestrutura e ao transporte ucranianos fizeram soar os alarmes. O ataque começa quando você recebe uma mensagem oferecendo uma atualização do software Adobe Flash Player, por tanto, não façam essa atualização. Aos que tem filhos, não esqueçam de repassar essa mesma orientação. Uma vez infectadas, as vítimas eram redirecionadas a um site escondido por Tor em que um resgate de 0,05 bitcoins (cerca de R$ 911 na cotação atual) era exigido. Se não for pago dentro de aproximadamente 40 horas, o custo para descriptografar os dados perdidos aumenta.   Mais informações nos seguintes sites:   Brasil: http://gizmodo.uol.com.br/ransomware-bad-rabbit-russia-ucrania/   Brasil: https://adrenaline.uol.com.br/2017/10/25/52603/kaspersky-alerta-sobre-bad-rabbit-novo-ransomware-que-pode-ser-a-proxima-epidemia-/   UK: http://www.bbc.com/news/technology-41740768

Como usar a calculadora do Windows 10 para conversão de medidas e moedas

  A calculadora do Windows 10 faz muito mais do que simples contas de adição ou divisão: ela também pode converter diferentes tipos de medidas. O recurso é bem fácil de ser encontrado e usado. Abaixo explicamos como fazer para converter diferentes unidades de medida usando a calculadora do Windows 10. 1. Abra a calculadora no Windows 10; No menu iniciar, procure pela calculadora. Você pode digitar “calculadora” com o menu iniciar aberto para encontrar o app. 2. Encontre o conversor; Abra o menu lateral do app da calculadora e procure a área “conversão”.   3. Escolha a unidade de medida a ser convertida. Você pode converter moeda (com cotação atual sendo puxada da internet), volume, comprimento, peso e massa, temperatura, energia, área, velocidade, tempo, potência, dados, pressão e ângulo. Depois de selecionar o tipo de conversão a ser feita, é só escolher qual unidade será convertida para qual.